VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: O CASO DO SUBSISTEMA VOCÁLICO PRETÔNICO

José Sueli Magalhães

Resumo


Embora amplamente discutido por inúmeros pesquisadores, o ensino de língua ainda continua tradicionalmente pautado pela prescrição gramatical, postulando o que se pode e o que não se pode, o que é certo e o que é errado. Objetivamos, pois, neste artigo trazer à tona mais uma discussão sobre como transformar este cenário prescritivo em um ambiente de ensino/aprendizagem no qual a variação linguística possa contribuir para o ensino efetivo que considere não apenas uma, mas várias modalidades de linguagem (ou uso dela). Para tanto, focalizaremos alguns trabalhos que tratam do estudo das vogais do português brasileiro - essencialmente o subsistema pretônico - em suas diversas manifestações, a partir de dados coletados junto a informantes do “dialeto” do Triângulo Mineiro. Esta proposta visa a contribuir não apenas com a formação plural do professor, como também a discutir a relevância de uma prática educativa que considere, de fato, a variabilidade linguística como o ponto de partida para a formação de qualidade que se deseja ao educando

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DOI: https://doi.org/10.18554/ri.v5i1.303

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 ISSN 1981-0601

 Qualis B2 (LINGUíSTICA E LITERATURA/ Quadriênio 2013-2016)