A LINGUAGEM ESPACIAL EM LA BÊTE HUMAINE

Autores

  • Denis Bertrand

DOI:

https://doi.org/10.18554/ri.v1i02.84

Resumo

Vasta cenografia do visível, a obra de Zola pode parecer comandada por
uma meditação sobre o espaço. De algumas figuras espaciais mestras irradia,
em diferentes romances, uma significação que desborda amplamente sua
atribuição referencial. É por isso que o estudo particular do universo “visível”
nesta obra conduz a uma reflexão mais geral sobre o estatuto semiótico: os
vínculos que ele mantém com a ação romanesca, com os sujeitos cuja
identidade ele sustenta, com a axiologia e seus suportes modais3
. A análise de
Germinal nos tinha também sugerido uma hipótese no  que diz respeito à
implicação global da espacialidade. Nós retornaremos a isso.

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