Análise de um caso de câncer de mama com recidiva

Ricardo Dias da Silva

Resumo


Este é um estudo de caso que tem como objetivo avaliar um caso de câncer de mama com recidiva em uma paciente de um hospital de câncer a partir dos seguintes parâmetros: fatores de risco, diagnóstico, fatores prognósticos, tratamento e recidiva.Analisou-se criteriosamente o prontuário e exames da paciente entre junho de 2013 e junho de 2016. O diagnóstico encontrado foi carcinoma ductal infiltrante grau II; fatores de risco: sexo feminino, idade; raça; estresse emocional, tecido mamário denso, tabagismo, etilismo, dieta rica em gorduras, terapia de reposição hormonal, história familiar de câncer de mama (parente de primeiro grau) e nuliparidade; tratamento: mastectomia, radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia; recidiva em três anos. Concluiu-se que houve presença de vários fatores de risco para o câncer de mama, diagnóstico tardio, tratamento adequado e ocorrência de recidiva no tempo esperado.


Palavras-chave


Neoplasias da mama; Fatores de risco; Recidiva

Referências


Ministério da Saúde (Br). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Controle dos cânceres do colo do útero e da mama. – 2. ed. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2013. 124 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 13)

Ministério da Saúde (Br). Instituto Nacional de Câncer. ABC do Câncer: abordagens básicas para o controle do câncer / Instituto Nacional de Câncer. – Rio de Janeiro: INCA, 2011. 128 p.: il.

Ministério da Saúde (Br). Instituto Nacional do Câncer. Estimativa 2016: incidência de câncer no Brasil / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva – Rio de Janeiro: INCA, 2015.

Ministério da Saúde (Br). Instituto Nacional do Câncer. Ações de enfermagem para o controle do câncer: uma proposta de integração ensino-serviço. 3 ed. atual. amp. – Rio de Janeiro: INCA, 2008. 488 p.: il.

Bogliolo, L. Patologia / (editor) Geraldo Brasileiro Filho. 8 ed. (Reimpr.) Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

Hoff PMG. (Orgs.). Tratado de Oncologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2013.

Venâncio JL. Importância da atuação do psicólogo no tratamento de mulheres com câncer de mama. Rev Bras Cancerol. 2004; 50(1):55-63.

Impacto do tratamento do câncer na qualidade de vida. Revista Brasileira de Cancerologia 2008; 54(4):367-71.

Vieira SC; Lustosa AML; Barbosa CLB et al. Oncologia Básica 1. ed. Teresina, PI: Fundação Quixote, 2012.

Ministério da Saúde (Br). Instituto Nacional de Câncer. Coordenação de Prevenção e Vigilância – (Conprev) Falando sobre câncer de mama. – Rio de Janeiro: MS/INCA, 2002. 66 p.

ACS - American Cancer Society. [Internet] [citado em 26 de Nov de 2016] Disponível em:http://www.cancer.org/cancer/breastcancer/detailedguide/breast-cancer-risk-factors

Robbins e Cotran. Bases epidemiológicas das doenças / Vina y Kumar et al.; (tradução de Patrícia Dias Fernandes et al. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 4456 p.

Longo, DL (organizador). Hematologia e oncologia de Harrison. 2 ed. Porto Alegre: AMGH: 2015.

Pinho LS, Campos ACS, Fernandes AFC, Lobo SA. Câncer de mama: da descoberta à recorrência da doença. Rev Eletr Enf. 2007;9(1):154-65.

Abreu E, Koifman S. Fatores prognósticos no câncer de mama feminino. Revista Brasileira de Cancerologia 2002; 48(1):113-31

Ministério da Saúde (Br). Secretaria de Atenção à Saúde. Protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas em Oncologia/Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde – Brasília: Ministério da Saúde, 2014.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. [Internet] [citado em 26 de nov de 2016. [Internet] Disponível em: http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=314810&search=||infogr%E1ficos:-informa%E7%F5es-completas

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. [Internet] [citado em 26 de nov de 2016]. [Internet] Disponívelem: http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/temas.php?lang=&codmun=314810&idtema=118&search=minas-gerais|patrocinio|%C3%8Dndice-de-desenvolvimento-humano-municipal-idhm-

Ministério da Saúde (Br). Instituto Nacional de Câncer. Controle do câncer de mama: documento de consenso [Internet]. Rio de Janeiro: INCA; 2004 [citado em 28 nov de 2016]. Disponível em: http://www.inca.gov.br/publicacoes/Consensointegra.pdf

Luchetti JC, Fonseca MRCC, Traldi MC. Vulnerabilidade social e autocuidado relacionado à prevenção do câncer de mama e de colo uterino. REFACS [Internet]. 2016 [citado em 28 nov de 2016]; 4(2). Disponível em: http://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/refacs/article/viewFile/1639/1472. DOI: 10.18554/refacs.v4i2.1639

Ministério da Saúde (Br). Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (INCA). Atlas online da mortalidade, 2014. [Internet]. Rio de Janeiro: INCA; 2014 [citado em 28 nov de 2016] Disponível em: https://mortalidade.inca.gov.br/MortalidadeWeb/pages/Modelo01/consultar.xhtml#panelResultado

CRU. Cancer Research Uk.Breast cancer: UK incidence statistics. [Internet][citado em: 29 de nov 2016]. Disponível em: http://www.cancerresearchuk.org/about-cancer/type/breast-cancer/about/risks/

Ministério da saúde (Br). Instituto Nacional de Câncer. Coordenação Geral de Prevenção e Vigilância, Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede. A mulher e o câncer de mama no Brasil. – Rio de Janeiro: INCA, 2014. 46 p. : il.

Associação Brasileira de Climatério (SOBRAC). Wender MCO, Pompei LM, Fernandes CE. Consenso Brasileiro de Terapêutica Hormonal da Menopausa – São Paulo: Leitura Médica, 2014.

Lebrão ML. O envelhecimento do Brasil: aspectos da transição epidemiológica e demográfica. Saúde colet. (Barueri). 2007; 4(17):135-40.

Duarte EC, Barreto SM. Transição demográfica e epidemiológica: a epidemiologia e serviços de saúde revisita e atualiza o tema. Epidemiol Serv Saúde. 2012; 21(4):529-32.

Ministério da Saúde (Br), Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Política nacional de alimentação e nutrição. Brasília: Ministério da Saúde; 2012. 84 p.

Duncan BB, Schmidt MI, Giuliani ERJ, organizadores. Medicina ambulatorial: condutas clínicas em atenção primária. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas; 2004.

Ministério da Saúde (Br), Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde; 2012. 110p.

Ministério da Saúde (Br). Instituto Nacional do Câncer. [Internet]. [Citado em 26 de nov de 2016]. Disponível em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/mama/deteccao_precoce

Ministério da Saúde (Br). Instituto Nacional do Câncer. [Internet]. [Citado em 30 de nov de 2016]. Disponível em: http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=54

Peres VC, Veloso DLC, Xavier RM, Salge AKM, Guimarães JV. Câncer de mama em mulheres: recidiva e sobrevida em cinco anos. Texto Contexto Enferm. 2015; 24(3):740-7.

Cardoso F, Senkus-Konefka E, Fallowfield L, Costa A, Castiglione M. Locally recurrent or metastatic breast cancer: ESMO Clinical Practice Guidelines for diagnosis, treatment and follow-up. Ann Oncol. 2010 Mai; 21(5):15-9.

Cheng L, Swartz MD, Zhao H, Kapadia AS, Lai D, Rowan PJ, et al. Hazard of recurrence among women after primary breast cancer treatment – a 10-year follow-up using data from SEER-Medicare. Cancer Epidemiol Biomarkers Prev. 2012; 21(5):800-9.

Filho AOAR, Castro TWN, Rêgo MAVR, O Alves OF, Almeida LC, Sousa MV, Vieira MGSV, Schaer-Barbosa H. Fatores preditivos de recidiva do carcinoma mamário axila-negativo. Revista Brasileira de Cancerologia 2002; 48(4):499-503

Copati FN, Neto CC. Recidiva do câncer de mama em plastrão em mulheres mastectomizadas na cidade de Uberlândia entre os nãos de 1999 a 2003. [Internet] [Citado em 01 de dez de 2016]. Disponível em:www.seer.ufu.br/index.php/horizontecientifico/article/download/4098/3049

Ministério da Saúde (Br). Instituto Nacional do Câncer. [Internet]. [Citado em 30 de nov de 2016]. Disponível em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/mama+/prevencao




DOI: https://doi.org/10.18554/refacs.v6i1.1880

Apontamentos

  • Não há apontamentos.