Estratégia para promoção do uso racional de medicamentos na Educação de Jovens e Adultos

Danielle da Nóbrega Alves, David Henrique Xavier Barbosa, Maria Rejane Cruz de Araújo, Maria Laura Pimentel Andrade da Rocha, Paula Tayanne Pontes de Souto, Susana Thaís Pedroza Rodrigues da Cunha, Marcela Bandeira de Mello Almeida, Gisely Maria Freire Abílio Abílio, Ricardo Dias de Castro

Resumo


Este estudo teve como objetivo descrever ações de educação em saúde e analisar o perfil farmacoterapêutico de alunos da modalidade de educação de jovens e adultos. Trata-se de um estudo que analisa as contribuições das ações educativas em saúde voltadas para uma turma do Ciclo I, composta por 24 alunos, com idade entre 21 a 62 anos, matriculados em instituição pública de ensino do município de João Pessoa, Paraíba, Brasil. Na caracterização do perfil farmacoterapêutico foram identificadas cinco interações medicamentosas entre os medicamentos por eles utilizados, principalmente aqueles isentos de prescrição, apontando a ocorrência da prática da automedicação. As classes de medicamentos mais utilizadas pelo grupo foram: anti-hipertensivos, benzodiazepínicos, analgésicos, anti-inflamatórios não esteroidais e inibidores da bomba de prótons. As atividades realizadas nas ações de educação em saúde foram centralizadas no autocuidado, com o foco no impacto da qualidade de vida desses alunos.


Palavras-chave


Promoção da saúde; Uso excessivo de medicamentos prescritos; Educação em saúde.

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DOI: https://doi.org/10.18554/refacs.v8i1.3878

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