Notas sobre o espaço na narrativa Distópica de Jogos Vorazes

Anna Carolyna Barbosa

Resumo


O presente artigo parte do ponto de que como as distopias, das quais possuímos conhecimento, desde o início do século XX são reações aos textos utópicos que circundavam a literatura, a datar de Platão, em (380 AEC), a fim de discutir, dentro do conceito de heterotopias cunhado por Foucault a funcionalidade dos espaços comuns e privados na obra distópica da autora estadunidense Suzanne Collins, Jogos Vorazes (2008), bem como refletir sobre as funções específicas desses espaços no jogo de poder que circunda a trama. 


Palavras-chave


Jogos Vorazes; Distopia; Espaço Narrativo

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Referências


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DOI: https://doi.org/10.18554/rs.v8i2.4011

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ISSN: 1983-3873