AVALIAÇÃO DA AMPLITUDE DE MOVIMENTO E FLEXIBILIDADE DE MULHERES PRATICANTES DE CORRIDA DE RUA COM DOR LOMBAR CRÔNICA: ESTUDO PILOTO

Autores

  • GABRIELE SELHORST UNIVERSIDADE TECNOLOGICA FEDERAL DO PARANÁ (UTFPR)
  • THIAGO ROGÉRIO PADILHA AMARANTE UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ (UTFPR)
  • LETÍCIA GAPSKI LIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)
  • AMANDA SAORI MAKIYAMA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)
  • BRUNO KUSIAK DOS SANTOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)
  • TALITA GIANELLO GNOATO ZOTZ UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)
  • ANA CAROLINA BRANDT DE MACEDO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR)

Resumo

CONTEXTUALIZAÇÃO: A dor lombar crônica (DLC) é uma condição prevalente entre corredoras de rua, podendo estar associada a déficits na amplitude de movimento (ADM) e na flexibilidade da coluna lombar e membros inferiores. A mobilidade da coluna é um fator essencial para a biomecânica eficiente da corrida, e alterações nessas funcionalidades podem resultar em sobrecarga mecânica, predispondo a dor. OBJETIVOS: Avaliar a ADM e flexibilidade de coluna e membros inferiores em mulheres praticantes de corrida de rua com DLC. MÉTODOS: O estudo é do tipo observacional transversal, aprovado pelo Comitê de ética e pesquisa da Universidade Federal do Paraná (CAEE: 98134918.0.0000.0102). Foram selecionadas mulheres praticantes de corrida de rua, de 20 a 45 anos, com DLC. Foi realizada avaliação da ADM dos movimentos de tronco, pela fleximetria, da mobilidade de flexão da coluna lombar pelo teste de Schober e da flexibilidade da cadeia posterior e isquiotibiais pelo teste de sentar e alcançar (TSA) e elevação da perna retificada.  RESULTADOS: Participaram do estudo 10 mulheres corredoras com DLC, com idade média de 39,2±5,2 anos. Os valores médios dos testes foram: flexão do tronco (85º±21,52º), extensão (32,5º±10,86º), inclinação lateral direita (44,1º±7,68º), esquerda (44,8º±7,72º), rotação do tronco direita (17,8º±6,21º), esquerda (18,8º±7,06º), teste de Schober (7,28±1,59cm), TSA (31±6,94cm), elevação da perna direita (59º±14,91º) e esquerda (58,6º±12,96º). CONCLUSÕES: Comparando os valores com a literatura de acordo com a idade e sexo verificou-se que as mulheres praticantes de corrida de rua com DLC apresentaram diminuição dos movimentos de extensão e rotação de tronco, e redução na flexibilidade de tronco e isquiotibiais.  IMPLICAÇÕES: O presente estudo visa apresentar os valores de testes musculoesqueléticos de amplitude de movimento e flexibilidade para mulheres praticantes de corrida de rua com DLC para auxiliar nos programas de prevenção e tratamento dessa sintomatologia

Publicado

2025-08-31

Como Citar

AVALIAÇÃO DA AMPLITUDE DE MOVIMENTO E FLEXIBILIDADE DE MULHERES PRATICANTES DE CORRIDA DE RUA COM DOR LOMBAR CRÔNICA: ESTUDO PILOTO. (2025). Anais Do Congresso Brasileiro Da Associação Brasileira De Fisioterapia Traumato-Ortopédica - ABRAFITO, 5(1). https://seer.uftm.edu.br/anaisuftm/index.php/abrafito/article/view/2561