FAMÍLIA, DESENVOLVIMENTO BIOECOLÓGICO E ADOECIMENTO MENTAL

Dennis Gabiatti Lopes, Eduardo Sousa Gotti, Lúcio Andrade Silva, Maria Carolina Bizinoto Caetano, Raquel Cornélio Marin, Fabio Scorsolini-Comin

Resumo


Este estudo de caso teve por objetivo compreender os processos desenvolvimentais de um familiar de paciente de um Centro de Apoio Psicossocial de Uberaba, Minas Gerais, antes e depois do início da utilização do serviço. Foi realizada entrevista semiestruturada e empregada a técnica da história de vida. A análise dos dados, orientada pelo modelo bioecológico de Bronfenbrenner, abordou os principais fatores que tangem o desenvolvimento desse familiar e a relação com as repercussões observadas nos sistemas da teoria bioecológica. O adoecimento de um membro da família promoveu diversas modificações na rotina familiar, bem como possibilitou transições ecológicas do filho adoecido e da mãe cuidadora. Tais transições foram evidenciadas nos âmbitos psicológico, econômico, social e religioso. O acompanhamento do familiar mostrou-se indispensável no processo terapêutico do usuário.

Descritores: Serviços de saúde mental; Relações familiares; Saúde mental.


Referências





DOI: https://doi.org/10.18554/refacs.v3i1.1031

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