Salud bucodental en prisión
experiencias de una residente cirujana dentista
DOI:
https://doi.org/10.18554/refacs.v13i00.8426Palabras clave:
Salud Bucal, Prisioneros, Prisiones, Atención Primaria de SaludResumen
Objetivo: describir la experiencia de una cirujana dentista, vinculada a un Programa de Residencia Multiprofesional en Salud Familiar, sobre las acciones relacionadas con la salud bucodental de las personas privadas de libertad. Método: informe de experiencia, que, además de conocer las acciones de salud, también ofreció acciones de salud bucodental en una prisión estatal de la región noroeste del estado de Rio Grande do Sul. Resultados: las acciones se llevaron a cabo entre marzo y agosto de 2024, con un total de 120 horas. La cirujana dentista trabajaba 20 horas semanales en la unidad penitenciaria y organizaba las acciones en función de las demandas y/o quejas recibidas a través de notas de los usuarios. Las notas eran entregadas por los agentes penitenciarios al equipo de salud de la prisión. La atención odontológica dirigida a este público consistía en profilaxis, raspados, extracciones, restauraciones, derivaciones a endodoncia, radiografías para cerrar el diagnóstico y consultas con especialistas en cirugía oral y maxilofacial. Las extracciones y restauraciones dentales eran los procedimientos predominantes, ya que muchos usuarios accedían al servicio solo cuando presentaban problemas bucales instalados y sintomatología dolorosa. Conclusión: la experiencia permitió conocer y reflexionar sobre la forma y la calidad de la atención sanitaria de las personas privadas de libertad, especialmente en materia de salud bucodental, comprendiendo las actividades y la rutina de los profesionales que trabajan en la unidad penitenciaria.
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