Inequidades raciales en la atención prenatal y mortalidad de mujeres gestantes negras en un municipio del sureste de Brasil
DOI:
https://doi.org/10.18554/refacs.v14i00.8692Palabras clave:
Salud de la mujer, Atención prenatal, Grupos raciales, RacismoResumen
Objetivo: analizar las consultas de atención prenatal y los tipos de parto de gestantes negras en comparación con los demás grupos raciales, así determinar como el perfil de la mortalidad materna según edad, estado civil, escolaridad y raza/color. Método: estudio documental retrospectivo con enfoque cuantitativo, cuyos datos fueron recolectados a través del Departamento de Informática del Sistema Único de Salud, considerando el período de 2011 a 2021. Los hallazgos fueron analizados mediante estadística descriptiva, con estimaciones de frecuencias absolutas y relativas. Resultados: hubo una mayor proporción de asistencia con siete o más consultas entre gestantes de raza/color blanca y amarilla. La frecuencia de cero a tres consultas fue mayor entre indígenas y negras. En todos los grupos, la cesárea fue más frecuente, especialmente entre gestantes de raza/color amarilla y blanca, mientras que el parto vaginal fue más frecuente entre negras e indígenas. La mayoría de las muertes maternas ocurrió en gestantes de 20 a 29 años, con 8 a 11 años de estudio, solteras y negras. Conclusión: se verificaron inequidades raciales en salud, lo que sugiere la necesidad de la efectiva implementación de la Política Nacional de Salud Integral de la Población Negra para combatir el racismo y promover la equidad en salud.
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