Cuidadores familiares de personas con cáncer
cuidados paliativos domiciliarios y hospitalários
DOI:
https://doi.org/10.18554/refacs.v14i00.8612Palabras clave:
Atención Domiciliaria de Salud, Cuidadores, Cuidados Paliativos, Hospitales, NeoplasiasResumen
Objetivo: describir la transición al cuidador familiar en los espacios del hospital y el domicilio. Método: estudio de caso cualitativo, en la vertiente posestructuralista de los estudios foucaultianos. Participaron cuidadores familiares vinculados al Programa de Hospitalización Domiciliaria Interdisciplinaria de un hospital universitario de Pelotas/RS, en 2019, mediante observación participante y entrevista semiestructurada. Se utilizó el programa Etnograph 6.0 con análisis problematizante. Resultados: participaron cuatro cuidadoras de personas con cáncer en cuidados paliativos. Surgieron dos categorías: Espacio hospitalario y Espacio domiciliario. En la transición de los cuidadores familiares entre el hospital y el domicilio, la disciplina de la institución hospitalaria se mantiene en el domicilio. A pesar de que el hospital flexibiliza el ingreso para el acompañamiento o cuidado de un familiar hospitalizado, el domicilio aporta más comodidad al paciente y responsabilidad al cuidador. Conclusión: en el hospital, el cuidador aprende técnicas disciplinarias, que reproducirá en el domicilio según las relaciones de poder establecidas.
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