A história começa na infância: o pedagogo como mediador do direito aos saberes históricos

Autores

  • Genaro Alvarenga Fonseca UNESP
  • Santiago Castigio e Monteiro UNESP

DOI:

https://doi.org/10.18554/cimeac.v16i1.9316

Palavras-chave:

Ensino de história, Cidadania, Formação de professores, BNCC

Resumo

Este artigo analisa a positivação do direito aos saberes históricos no ordenamento brasileiro e sua materialização na formação do pedagogo. O objetivo é investigar como as interfaces normativas e curriculares garantem o acesso ao conhecimento histórico como ferramenta de cidadania, destacando o professor generalista como mediador da atitude historiadora. Metodologicamente, a pesquisa é qualitativa e exploratória, pautada no positivismo de combate, envolvendo exegese documental da Constituição de 1988, LDB, ECA e BNCC. Realizou-se investigação empírica nos currículos dos cursos de graduação em Pedagogia da USP (Ribeirão Preto), UNESP (Marília) e UNICAMP (Campinas). Os resultados demonstram que o acesso aos saberes históricos é um direito público subjetivo enraizado na dignidade humana. A análise revela que o ensino de História na Pedagogia enfrenta o desafio da carga horária reduzida e da frequente aglutinação com a Geografia. Além disso, a efetivação desse direito é indispensável para a cidadania e para uma transição do estudante rumo aos anos finais do Ensino Fundamental.

Biografia do Autor

  • Genaro Alvarenga Fonseca, UNESP

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  • Santiago Castigio e Monteiro, UNESP

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Referências

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Publicado

2026-08-17

Como Citar

FONSECA, Genaro Alvarenga; MONTEIRO, Santiago Castigio e. A história começa na infância: o pedagogo como mediador do direito aos saberes históricos. Cadernos CIMEAC, Uberaba, v. 16, n. 1, p. 40–70, 2026. DOI: 10.18554/cimeac.v16i1.9316. Disponível em: https://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/cimeac/article/view/9316. Acesso em: 14 set. 2026.