A DIVERSIDADE QUE VIEMOS A SER: EDUCAÇÃO E AGIR AUTÔNOMO NA INSCRIÇÃO DE EUS AUTÊNTICOS EM COMUNIDADES DINÂMICAS

Autores

  • Charles Bazerman

    DOI:

    https://doi.org/10.18554/rt.v2i01.54

    Resumo

    O trabalho com a diversidade acentuou aquilo que trazemos em nós nas nossas
    histórias de família e comunitária e em nossas práticas e conhecimentos linguísticos e culturais.
    Esse trabalho nos ajudou a reconhecer as diferentes pessoas que compõem nossas nações e
    os recursos que trazem; ele tem sido importante na disrupção  de forças homogeneizantes,
    hierárquicas e supressoras, tendo permitido a participação de mais pessoas nas questões
    nacionais e a inclusão por estas de mais de si mesmas em nossa vida comum. Contudo,
    ultimamente essa é uma diversidade que olha retrospectivamente para o lugar em que
    nascemos e para aqueles entre os quais nascemos. A complexidade e a fluidez da vida
    moderna sugerem outra maneira de ver a diversidade  - na autenticidade que desenvolvemos
    individualmente ao nos expandirmos de nossas comunidades para as muitas configurações
    sociais que o mundo moderno oferece. Esse mundo das profissões e dos locais de trabalho, da mobilidade econômica e geográfica, das afiliações virtuais e materiais, e das “remisturas”
    urbanas oferece a possibilidade de as pessoas levarem vidas bem diferentes das de seus pais,
    desenvolverem novos valores e interesses, adotar novas identidades e afiliações e
    comprometer-se com ações e objetivos distintos. Nesse processo de refeitura social constante,
    a educação superior tem um papel  fundamental, pois, nela, os estudantes entram em contato
    com pessoas vindas de diferentes contextos e fazem novos amigos, descobrem novos valores e
    interesses, refletem acerca de onde estavam e para onde estão indo e adquirem as aptidões
    que lhes permitirão participar de novas comunidades e as levam a novos lugares na vida depois
    da graduação. Ao longo da educação superior, as pessoas descobrem novos objetivos,
    estabelecem novos rumos e se desenvolvem rumo a novas vidas. Na qualidade de professores
    de língua e cultura, podemos ajudar os estudantes a compreender o complexo ambiente cultural
    do mundo moderno, a avaliar o que é significativo para eles nesse mundo e a se apropriar das
    ferramentas da participação.
     
    PALAVRAS-CHAVE: Ação autônoma. Participação. Educação superior. Diversidade

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    Publicado

    2009-07-30

    Como Citar

    BAZERMAN, Charles. A DIVERSIDADE QUE VIEMOS A SER: EDUCAÇÃO E AGIR AUTÔNOMO NA INSCRIÇÃO DE EUS AUTÊNTICOS EM COMUNIDADES DINÂMICAS. Revista Triângulo, Uberaba, v. 2, n. 01, 2009. DOI: 10.18554/rt.v2i01.54. Disponível em: https://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/revistatriangulo/article/view/54. Acesso em: 1 abr. 2026.