CONCEPCIONES Y EXPERIENCIAS DE ESTUDIANTES DE POSGRADO DEL PPGE/UFTM CON EXTENSIÓN UNIVERSITARIA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18554/rt.v18iEsp.2.8283

Palabras clave:

Currículo de extensión universitária, Formación docente, Instituciones de Educación Superior

Resumen

En cuanto a la graduación, observamos que los estudiantes de posgrado del programa tienen una formación diversa, formando un grupo multidisciplinario, lo que despertó la curiosidad: ¿Cómo habría sido su experiencia con la extensión universitaria durante sus estudios de pregrado? ¿Esta diversidad de áreas significaría diferencias significativas en sus experiencias con la extensión? ¿Implicaría esto concepciones diferentes al respecto? La construcción del cuestionario y el análisis de los datos se basó en la perspectiva de la experiencia formativa en el ámbito personal y profesional, la perspectiva extensionista freireana y el artículo 207 de la Constitución Federal de Brasil de 1988. Las concepciones de los sujetos de investigación indican cierta uniformidad en cómo se ve y se desarrolla al interior de las universidades, de manera marginada a pesar de tantos avances legales y administrativos, es algo sistémico en diferentes carreras e IES públicas o privadas, indicando que la formación y la cultura La docencia es un desafío para avanzar en la implementación del principio de inseparabilidad entre docencia, investigación y extensión en las IES.

Biografía del autor/a

  • Natália de Andrade Nunes, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

    Estudiante de Doctorado en el Programa de Postgrado en Educación (PPGE) de la Universidad Federal del Triângulo Mineiro (UFTM) Licenciada en Pedagogía por la UFU. Maestría en Enseñanza de Ciencias y Matemáticas del Programa de Postgrado en Enseñanza de Ciencias y Matemáticas (PPGECM) de la UFU. Licenciado en Ciencias Biológicas (GRADO y BACHILLERATO) por la Universidad Federal de Uberlândia (UFU). Realizó acciones e investigaciones en el área de espacios no formales y divulgación científica con el Laboratorio de Medios, Museos, Ciencia, Cultura y Educación (MMuCCE) de la UFU, y actualmente trabaja en esa área de investigación con la Museo de la Diversión con la Ciencia y el Arte - DICA y los grupos de investigación GPEDEC y GENFEC. Tiene experiencia en el área de educación con énfasis en la enseñanza de Ciencias y Biología y Educación Ambiental brindada por varias experiencias educativas, entre las que destacan el Programa Institucional de Becas de Iniciación a la Docencia (PIBID) y el Programa Institucional de Becas de Iniciación Científica (PIBID). ) destacan el PIBIC) y el Museo de la Biodiversidad del Cerrado (MBC).

  • Daniel Fernando Bovolenta Ovigli, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

    É licenciado em Ciências Exatas pela Universidade de São Paulo (USP), licenciado em Ciências Biológicas, especialista em Novas Tecnologias no Ensino da Matemática e em Planejamento, Implementação e Gestão da EaD, ambas pela Universidade Federal Fluminense (UFF), especialista em Educação Inclusiva pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IFSulMG), especialista em Educação Digital pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb), mestre em Educação [linha de pesquisa: Ensino de Ciências e Matemática] pela Universidade Federal de São Carlos (PPGE/UFSCar) e doutor em Educação para a Ciência pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), com estágios pós-doutorais junto à Universidad de Huelva (UHU) e à Universidad de Las Palmas de Gran Canaria (ULPGC), ambas na Espanha. Atualmente é professor do Departamento de Educação em Ciências, Matemática e Tecnologias (DECMT), vinculado ao Instituto de Ciências Exatas, Naturais e Educação (ICENE) da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) onde atua no curso de graduação em Licenciatura em Educação do Campo: áreas do conhecimento Ciências da Natureza e Matemática e no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE/UFTM), níveis Mestrado e Doutorado. Foi Coordenador (2019 - 2021) e Coordenador Substituto (2021 - 2023) do referido Departamento e Vice-Coordenador do Comitê de Ética em Pesquisa da UFTM (2018 - 2023), além de Coordenador Institucional de Iniciação Científica Substituto (2023 - 2024). Atualmente é Vice-Coordenador do curso de Licenciatura em Educação do Campo. É líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Não Formal e Ensino de Ciências (GENFEC - https://genfec.com.br/), membro da Red de Investigación Sobre Enseñanza de la Investigación (RISEI - https://risei.org/) e da Rede Mineira de Comunicação Científica (RMCC - https://redemineiradecomunicacaocientifica.wordpress.com/). Em seu currículo os termos mais ocorrentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: educação em ciências, educação matemática, divulgação científica, museus de ciências e formação de professores.

Referencias

BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo. Tradução Luís Antero Reto, Augusto Pinheiro. São Paulo: Edições 70, 2016, p. 279.

BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Disponível em: < https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/55877808>. Acesso em: 15 jun. 2023.

BURGINSKI, Vanda Micheli; COSTA, Teresa Cristina Moura. CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EM DEBATE POSSIBILIDADES, DESAFIOS E LACUNAS. Revista Capim Dourado: Diálogos em Extensão, Palmas, v. 5, n. 3, p. 11-30, Set.-Dez. 2022.

CABRAL, Nara Grivot. Saberes em extensão universitária: contradições, tensões, desafios e desassossegos. 2012. Tese (doutorado em Educação) - Faculdade de Educação. Programa de Pós-graduação em Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012.

COMIM, Janaína.; ENNSLIN, Sandra Rolim; VALMORBIDA, Sandra Mara Iesbik. Indicadores de Extensão Universitária: Investigação da sua Importância e Uso na Percepção dos Gestores nas Universidades Públicas Brasileiras. In: XVIII International Conference in Accounting e do XVº Congresso USP de Iniciação Científica em Contabilidade, 2018, São Paulo. Anais... [trabalhos completos – 616], São Paulo: USP, 2018.

FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1983.

FORPROEX. (2012). Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus: UFMA; Brasília: MEC/SESu, 2012.

GONÇALVES, Nadia Gaiofatto. Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão: um princípio necessário. Perspectiva, Florianópolis, v. 33, n.3, p.1229 - 1256, set./dez. 2015. DOI: https://doi.org/10.5007/2175-795X.2015v33n3p1229

HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade. São Paulo, SP: Editora Martins Fontes, 2017.

MACHADO, Andréa Kochhann. Formação Docente e Extensão Universitária: tessituras entre concepções, sentidos e construções. 2019. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade de Brasília, Brasília, 2019.

MASSIMI, Marina; MAHFOUND, Miguel. A pessoa como sujeito da experiência: um percurso na história dos saberes psicológicos. Memorandum, 13, 16-31, 2007.

MAZZILLI, Sueli; MACIEL, Alderlândia Silva. A indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão: caminhos de um princípio constitucional. In: REUNIÃO ANUAL DA ANPED, 33., 2010. Caxambú. Anais... Caxambú, MG: Anped, 2010. Disponível em: http://www.anped11.uerj.br/Indissociabilidade.pdf. Acesso em: 14 jul.2024.

MOITA, Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro; ANDRADE, Fernando Cézar Bezerra. Ensino-pesquisa-extensão: um exercício de indissociabilidade na pós-graduação. Revista Brasileira de Educação, v. 14, n. 41, maio/ago. 2009. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-24782009000200006

MOREIRA, Marcos Antônio. Metodologia de Pesquisa em Ensino. São Paulo: Livraria da Física, 2011.

PASSEGGI, Maria da Conceição. A experiência em formação. Educação, Porto Alegre, v. 34, n. 2, p. 147-156, maio/ago. 2011.

PAULA, João Antônio. A extensão universitária: história, conceito e propostas. Interfaces - Revista de Extensão da UFMG, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 5–23, 2013. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistainterfaces/article/view/18930. Acesso em: 24 jul. 2023.

PNEU. Plano Nacional de Extensão Universitária. 2001. In: https://portal.ufpa.br/images/docs/Trasnparencia_publica/legislacao/Planonacionaldeextensaouniversitaria.pdf.

SANTOS, F. M. T.; GRECA, Ileana María (Orgs.). Pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e suas metodologias. 2 ed. Rev. Ijuí: Ed. Unijuí, 2021, 438p.

TARDIF, M. Saberes Docentes e Formação Profissional. 14 ed. Tradução: Francisco Pereira. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012. 325 p.

Publicado

2025-09-08

Cómo citar

NUNES, Natália de Andrade; OVIGLI, Daniel Fernando Bovolenta. CONCEPCIONES Y EXPERIENCIAS DE ESTUDIANTES DE POSGRADO DEL PPGE/UFTM CON EXTENSIÓN UNIVERSITARIA. REVISTA TRIÁNGULO, Uberaba, v. 18, n. Esp.2, p. e025013, 2025. DOI: 10.18554/rt.v18iEsp.2.8283. Disponível em: https://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/revistatriangulo/article/view/8283. Acesso em: 30 jan. 2026.