SINHOGARISMO

EPISTEMOLOGÍAS SOBRE CUERPOS, HETEROGENEIDAD Y RACISMO

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18554/rt.v19iEsp.1.7878

Palabras clave:

Norma, Heterogeneidad, Racismo, Supremacía blanca, Sinhogarismo

Resumen

Con el objetivo de discutir las normas y la heterogeneidad que definen el fenómeno del sinhogarismo, este texto revisita epistemologías marginadas que abordan el tema del racismo en Brasil. El objetivo es poner de relieve la forma en que las definiciones normativas se desvían del problema de la desintegración social y establecen relaciones estigmatizadoras de causa y efecto sobre las personas que se encuentran permanentemente en la calle. Desde un enfoque metodológico transversal, con autores de diferentes campos del conocimiento, es posible identificar que las normas y la heterogeneidad que actúan sobre el fenómeno analizado se basan en sistemas binarios arbitrarios como “salud” y “enfermedad”, “cuerpo” y “espíritu”, “caucásico” y “negroide”. Las conclusiones indican que la normalización del sinhogarismo en cuanto a un grupo social heterogéneo reproduce nociones de superioridad biológico-social, no ciudadana y narcisista propias de la supremacía blanca.

Biografía del autor/a

  • Wellington Migliari, Universidad de Barcelona

    Doutor em Direito e Ciência Política pela Faculdade de Direito, Universitat de Barcelona, Espanha. Também tem mestrado em International Studies pela mesma instituição.

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Publicado

2026-06-08

Cómo citar

MIGLIARI, Wellington. SINHOGARISMO: EPISTEMOLOGÍAS SOBRE CUERPOS, HETEROGENEIDAD Y RACISMO. REVISTA TRIÁNGULO, Uberaba, v. 19, n. Esp.1, p. e026005, 2026. DOI: 10.18554/rt.v19iEsp.1.7878. Disponível em: https://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/revistatriangulo/article/view/7878. Acesso em: 13 jun. 2026.